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Juros operam têm liquidez reduzida com agenda esvaziada

FERNANDO TRAVAGLINI - Agência Estado

20 Junho 2014 | 09h 57

Em dia de pregão espremido entre um feriado e o fim de semana, além de uma agenda esvaziada aqui e lá fora, os juros domésticos operam com liquidez reduzida e viés de alta, seguindo o comportamento do dólar e de olho também nos Treasuries norte-americanos, que avançam na manhã desta sexta-feira, 20.

Às 9h38, o dólar à vista no balcão operava na máxima, a R$ 2,2350 (+0,22%). O contrato da moeda para julho subia 0,20% no horário citado, a R$ 2,2390. A pressão de alta vem da tensão no Oriente Médio, com a escalada da violência no Iraque sustentando a divisa norte-americana ante as moedas de países emergentes em meio à busca por segurança.

Com isso, os juros domésticos abriram o dia também com viés de alta nas taxas mais longas. Às 9h40, o contrato para janeiro de 2015 era negociado a 10,78%, igual ao patamar de quarta-feira, 18, enquanto a taxa para janeiro de 2017 oscilava para 11,49%, de 11,48% no ajuste. O DI para janeiro de 2021 subia para 11,93%, na máxima, de 11,88% na quarta-feira.

No mesmo horário, o juro da T-note de 10 anos tinha alta para 2,6450%, de 2,6290% no fim da tarde de ontem, enquanto o dólar subia no exterior para 102,07 ienes, de 101,94 ienes na quinta-feira, 19, e o euro recuava para US$ 1,3579, de US$ 1,3608 ontem.