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Graça diz que País exportará petróleo

26 de fevereiro de 2014 | 13h 44
VINICIUS NEDER, SABRINA VALLE E MARIANA SALLOWICZ - Agencia Estado

RIO - O Brasil tem potencial para exportar petróleo, mas grande parte das vendas externas poderá ficar com o petróleo a ser entregue ao governo, já que, teoricamente, a prioridade da Petrobras será abastecer seu parque de refino, afirmou nesta quarta-feira, 26, a presidente da estatal, Graça Foster.

"Com esses dados, o Brasil se posiciona como exportador importante. É um fato à luz dos números", disse a presidente Maria das Graças Foster, em entrevista coletiva, referindo-se ao Plano Estratégico 2030 apresentado na terça-feira, 25, pela companhia.

Pelos números do planejamento, a produção total brasileira chegará a 5,2 milhões de barris por dia, mas a Petrobras ficaria com 3,7 milhões desse total. "A prioridade é atender o parque de refino com a produção da Petrobras. Então, o petróleo adicional a viajar mais não é o da Petrobras", completou Graça.

No entanto, a executiva destacou que o parque de refino poderá ter outros participantes. "Até então temos 100% do refino. Podemos continuar tendo ou não. Temos privilegiado parcerias em nossos projetos", disse Graça.

Ainda para Graça, "a área internacional é importantíssima dentro do segmento de exploração e produção. Complementa as nossas reservas e cumpre papel muito importante de buscar melhor qualidade no portfólio".

A presidente ressaltou que mais do que em produção, a empresa vai focar em exploração no exterior e citou atividades em locais como Estados Unidos, África e América Latina.

Capacidade de refino

A projeção de atingir capacidade de refino de 3,9 milhões de barris por dia, colocada no Planejamento Estratégico 2030 da Petrobras, leva em conta um aumento da eficiência no processamento, afirmou o diretor de Abastecimento da estatal, José Carlos Cosenza.

"Estamos estudando melhorias para dar mais capacidade na Rnest e no Comperj", afirmou. Segundo o executivo, não será necessário ampliar investimentos.

No caso da Rnest, localizada em Pernambuco, um aumento da capacidade leva em conta o fato de a origem do petróleo processado ter mudado: inicialmente a refinaria processaria petróleo vindo da Venezuela, numa sociedade com a PDVSA, que acabou não se concretizando.




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