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Com destaque para MG, indústria cresce em 10 de 14 locais em janeiro

Daniela Amorim - Agência Estado

14 Março 2014 | 09h 28

No País, produção industrial subiu 2,9% em janeiro na comparação com dezembro de 2013, informa o IBGE

RIO - A produção industrial, que subiu 2,9% em janeiro na comparação com dezembro do ano passado, cresceu em dez dos 14 locais pesquisados na passagem de dezembro para janeiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta ocorre após dois meses de baixa. Em novembro a produção havia recuado 0,6% e em dezembro, 3,7%.

As expansões mais acentuadas foram verificadas em Minas Gerais (7,0%), Ceará (5,4%), São Paulo (3,5%) e Região Nordeste (3,4%). Também registraram taxas positivas Pernambuco (2,8%), Rio de Janeiro (2,6%), Bahia (2,5%), Amazonas (2,5%), Espírito Santo (2,3%) e Santa Catarina (0,9%).

Na direção oposta, houve recuo em Goiás (-8,9%), que tinha avançado 8,6% no mês anterior, no Paraná (-4,6%), com o terceiro resultado negativo consecutivo, no Pará (-1,6%) e no Rio Grande do Sul (-0,5%). Em janeiro, a indústria nacional teve avanço de 2,9% em relação a dezembro.

Comparação anual. Em janeiro, a produção industrial caiu em oito dos 14 locais pesquisados em relação a janeiro de 2013. Nesse tipo de comparação, o total da indústria teve uma queda de 2,4%.

A retração mais elevada foi verificada no Paraná, com recuo de 11,2%, puxado pelos setores de edição, impressão e reprodução de gravações (livros e jornais), de outros produtos químicos (adubos e fertilizantes), de alimentos (farinhas e "pellets" da extração do óleo de soja, café solúvel e óleo de soja refinado), de artigos do mobiliário (guarda-roupas de madeira e armários modulados de madeira para cozinha) e de refino de petróleo e produção de álcool (gasolina automotiva e gás liquefeito de petróleo).

O parque industrial de São Paulo registrou redução de 5,1%. Os demais recuos foram vistos no Rio de Janeiro (-4,2%), Ceará (-3,8%), Minas Gerais (-3,6%), Amazonas (-2,2%), Espírito Santo (-0,8%) e Bahia (-0,2%).

Por outro lado, houve expansão na produção de Pernambuco (9,2%), impulsionada pelos setores de alimentos e bebidas (açúcar refinado e cristal, cervejas, chope, sorvetes e picolés) e de refino de petróleo e produção de álcool (álcool etílico). Também tiveram resultados positivos a Região Nordeste (2,3%), Pará (1,9%), Goiás (1,6%), Rio Grande do Sul (0,8%) e Santa Catarina (0,4%).

 

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