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Copa 2014

Gol decide não adotar valor máximo para passagens durante a Copa

Agência Estado e Reuters

22 Janeiro 2014 | 17h 30

Ao contrário das concorrentes Azul e Avianca, companhia diz que acreditar que sua política de liberdade tarifária é mais adequada

SÃO PAULO - A empresa aérea Gol irá manter sua política de liberdade tarifária para a Copa do Mundo, afirmou o presidente da empresa, Paulo Kakinoff, em teleconferência com jornalistas nesta quarta-feira. A decisão ocorre após as concorrentes Azul e Avianca terem anunciados tarifas-teto de R$ 999 para o evento.

"A Gol entende que não tem melhor maneira de contribuir do que a manutenção de sua política. A única discussão válida de tarifas para a Copa é do número de assentos disponíveis", afirmou o executivo, acrescentando que, com a autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de voos extras para o período do mundial, poderá oferecer 4,5 milhões de assentos.

Kakinoff salientou que 39% das passagens para o período da Copa serão ofertadas abaixo dos R$ 159 e 90% custarão até R$ 499. "Somente 2% poderão estar acima dos R$ 889", comentou. Ele lembrou que os preços variam de acordo com a evolução da taxa de ocupação dos voos e da proximidade com a data da partida, por isso aconselhou que os torcedores programem suas viagens com antecedência.

O presidente da Gol afirmou que das 953 solicitações de voos feitas à Anac para atender à demanda do período da Copa, 378 são voos extras, enquanto as restantes 575 solicitações se referem à mudanças de horários em voos que já integram sua malha regular.

Desses pedidos, explicou, 80 foram validados exatamente nas datas e horários solicitados; 298 ainda passarão por ajustes; e 575 voos que já integram a malha regular da Gol serão ajustados ao longo dos próximos meses. Kakinoff destacou que os voos já começaram a ser ofertados e serão incluídos gradualmente.

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