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Goldman Sachs vê preços de aço no Brasil elevados e demanda fraca por planos

REUTERS

26 Junho 2014 | 15h 50

O mercado de aço brasileiro está apresentando baixa demanda e exibindo preços elevados tanto no segmento de planos como de longos, avaliam analistas do Goldman Sachs em relatório divulgado nesta quinta-feira.

Segundo os analistas, o "prêmio" - diferença entre os preços no Brasil e no exterior - do aço no país está em 15 por cento no caso dos laminados a quente, 14 por cento nos laminados a frio, 13 por cento em produtos galvanizados ante níveis normalizados de 5 a 10 por cento.

No caso do vergalhão, o prêmio está em 26 por cento ante níveis normalizados de 15 a 20 por cento, segundo os analistas do Goldman Sachs.

"Acreditamos que os produtores de aços planos - Usiminas, CSN e ArcelorMittal - poderão oferecer descontos de preços se as importações de aço no país continuarem elevadas em junho", afirmaram os analistas no relatório.

Apenas em maio as importações de aço subiram quase 56 por cento sobre o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados na semana passada pelo Instituto Aço Brasil (IABr), que reúne as siderúrgicas do país com exceção da CSN.

Números do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) apontaram para alta de 3 por cento nas vendas em volume em maio ante abril, em linha com a média histórica, mas na média diária houve queda de 2 por cento, segundo o relatório.

Segundo os dados do IABr as vendas de aço no Brasil tiveram queda anual de 7,3 por cento em maio, para 1,886 milhão de toneladas. A produção recuou 4,3 por cento no mesmo período, a 2,877 milhões de toneladas.

O Goldman Sachs estima que os preços de aços planos da Usiminas vão cair 3 por cento no terceiro trimestre e 2 por cento no quarto trimestre, segundo o relatório, assinado por Marcelo Aguiar, Humberto Meireles e Diogo Miura.

Os analistas têm as ações da Gerdau como principal escolha no setor diante de melhora material no cenário de demanda e lucratividade dos negócios da companhia nos Estados Unidos, que representam 21 por cento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) estimado para este ano.

A expectativa dos analistas do Goldman Sachs é que a demanda por aços planos no Brasil em 2014 vai cair 1 por cento sobre o ano passado enquanto no segmento de longos deverá ocorrer alta de 3 por cento na mesma comparação.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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