1. Usuário
Assine o Estadão
assine
  • Comentar
  • A+ A-
  • Imprimir
  • E-mail

Prejuízo da Petrobrás foi o segundo maior da história entre empresas de capital aberto

- Atualizado: 22 Março 2016 | 12h 17

Perdas anuais da Petrobrás, de R$ 34,8 bilhões, só não superaram as da Vale, também em 2015, de R$ 44,2 bilhões

Petrobrás, que chegou a valer R$ 510,4 bilhões em 2008, hoje é avaliada em R$ 121,4 bilhões

Petrobrás, que chegou a valer R$ 510,4 bilhões em 2008, hoje é avaliada em R$ 121,4 bilhões

O prejuízo da Petrobrás em 2015, de R$ 34,8 bilhões, é o segundo maior prejuízo da história das empresas de capital aberto brasileiras. A Vale lidera o ranking de perdas, tendo registrado prejuízo de R$ 44,2 bilhões em 2015. Os dados constam em levantamento da consultoria Economática.

Em 2014, a Petrobrás já havia registrado prejuízo recorde, de R$ 21,587 bilhões, mas no ano passado a companhia conseguiu piorar ainda mais o resultado. Esta é apenas a segunda vez desde o início do século que a estatal reporta prejuízo anual. O prejuízo de 2014 aparece em quinto na lista das 20 maiores perdas.

Parte do saldo negativo foi explicado pelos ajustes nos ativos imobilizados, processo conhecido como impairment, no total de R$ 49 bilhões.

No ranking dos 20 maiores prejuízos, aparecem em seguida os resultados do Banco Nacional em 1995 (- R$ 26,4 bilhões) e do Banco do Brasil em 1996 (- R$ 24,8 bilhões).

Queda. O valor de mercado da empresa no dia 21 de março era de R$ 121,4 bilhões. O maior valor de mercado atingido pela petroleira aconteceu no dia 21 de maio de 2008, com R$ 510,4 bilhões. Desde o pico até agora, a empresa perdeu R$ 389 bilhões.

 

Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.

Mais em EconomiaX