1. Usuário
Assine o Estadão
assine
  • Comentar
  • A+ A-
  • Imprimir
  • E-mail

Renault espera queda de 6% nas vendas de automóveis no País

- Atualizado: 12 Fevereiro 2016 | 18h 14

Brasil é o principal mercado da montadora fora da França, mas projeções para este ano apontam que China e Índia terão melhor desempenho

A montadora francesa Renault informou nesta sexta-feira, 12, na divulgação de seu balanço global, que espera que o mercado brasileiro de veículos leves (automóveis e comerciais leves) apresente uma queda de 6% nas vendas deste ano em relação a 2015, quando 2,476 milhões de unidades foram comercializadas nestes dois segmentos. A previsão da Renault se aproxima da estimativa da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que espera baixa de 5,9%. 

O Brasil é o principal mercado da Renault fora da França. No ano passado, a marca vendeu no País um total de 181.504 unidades, segundo o balanço. O resultado representa uma queda de 23,4% em relação ao volume de 2014, considerando automóveis e comerciais leves. A retração foi menos intensa do que a do mercado como um todo, que recuou 25,5% na mesma comparação. Por ter caído menos que a média, a Renault conseguiu elevar a sua participação no mercado brasileiro, de 7,1% em 2014 para 7,3% em 2015.

No ano passado, vendas da Renault no Brasil caíram mais de 20% em relação a 2014

No ano passado, vendas da Renault no Brasil caíram mais de 20% em relação a 2014

Apesar de prever queda nas vendas no Brasil em 2016, a montadora francesa espera que mercado global de veículos leves apresente crescimento de 1% a 2% em relação a 2015. Os países da Europa devem ter alta de 2%, a mesma previsão para a França. Na Ásia, a China deve ter expansão de 4% a 5% e a Índia deve crescer 8%. Já para a Rússia a previsão é que a retração seja maior do que no Brasil, de 12%.

Em seu balanço, a Renault informa também que suas vendas em todo o mundo cresceram 3,3% em 2015, para 2,8 milhões de unidades, enquanto o mercado teve alta de 1,6%. Com isso, a montadora teve lucro líquido de € 2,82 bilhões no ano passado, avanço de 49% ante 2014. A receita da empresa cresceu 10,4%, para € 45,33 bilhões. 

Comentários

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Estadão.
É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Estadão poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os criterios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Você pode digitar 600 caracteres.

Mais em EconomiaX