Cemig nega ingerência política do governo de MG na Light
RIO DE JANEIRO - O presidente da Cemig, Djalma Morais, negou nesta quarta-feira que haja ingerência política por parte do governo de Minas Gerais, seu controlador, na Light, companhia controlada por ela. Ele foi questionado sobre a suposta interferência na indicação de executivos para a distribuidora de energia fluminense.
A indicação de Ziza Valadares este ano para comandar a diretoria de comunicação da Light foi percebida por parte do mercado como uma forma de o governo mineiro aumentar sua influência política na empresa. "Escolhemos um técnico para viabilizar a presidência da empresa (que será criada para atuar na área de smart grid), que é o (Jerson) Kelman", declarou sobre o novo negócio que foi anunciado nesta quarta-feira.
Presidente da Light até este mês, Kelman foi substituído por Paulo Roberto Pinto, que ocupava o cargo de diretor de Desenvolvimento de Negócios. "Para a Light escolhemos um técnico da casa para a presidência (...) Não há ingerência política. Seria ingerência se colocássemos políticos nessas organizações", disse Morais em evento realizado para a apresentação do sistema de recarga interativo desenvolvido por Light e Cemig.
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