Venda da ThyssenKrupp na CSA precisaria de crivo do Cade
RIO - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) avalia que uma eventual venda da participação da ThyssenKrupp na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) precisaria passar pelo seu crivo. "Muito provavelmente a alienação terá de ser notificada", disse nesta sexta-feira o conselheiro do Cade Olavo Chinaglia, que participou de evento na Câmara Britânica de Comércio e Indústria (Britcham) no Rio.
Ele explicou que, segundo as regras vigentes hoje, quando uma das empresas envolvidas em um negócio desse tipo teve faturamento de R$ 750 milhões no ano anterior e a outra registrou R$ 75 milhões, a operação precisa ser submetida ao órgão. "Um comprador com porte financeiro suficiente para adquirir uma participação dessa monta muito provavelmente alcançará o critério de faturamento de R$ 750 milhões de reais por ano. Ao passo que a própria vendedora, a Thyssen, já tem um faturamento desta magnitude no Brasil", declarou.
Inaugurada em 2010 em Santa Cruz, bairro da Zona Oeste do Rio, a CSA é uma sociedade da alemã ThyssenKrupp (73,13%) com a Vale (26,87%). Devido a dificuldades enfrentadas no negócio, a companhia estrangeira anunciou em maio que estava analisando vender sua fatia no negócio e também uma planta localizada nos Estados Unidos. Uma das companhias que já manifestou interesse no negócio é a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), comandada por Benjamin Steinbruch.
Siga o @estadao no Twitter
- 20:52 Doméstica que praticou crime não ...
- 20:25 Movimento de carga no Porto de Santos ...
- 20:25 Dados geológicos jogam novo ânimo ...
- 19:57 Desembolsos do BNDES crescem 50% em maio
- 19:50 Comprovado petróleo de qualidade em ...
- 19:48 Petrobrás encontra petróleo de boa ...
- 19:45 Anatel aprova novo regulamento para ...
- 19:37 Setor da aviação diz que pior momento passou
- 19:10 Justiça proíbe CVM de imposição ...
- 18:30 Quadro ‘Crianças na Praia’ é vendido ...








