Sergio Cortes: das quadras do Chile para o mundo

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Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

09 Janeiro 2017 | 17h49

Rio de Janeiro--(DINO - 09 jan, 2017) - Cada país tem seus heróis do esporte, e o time de atletas chileno ganha peso incluindo Sergio Cortes nesta lista. Tendo dividido as quadras com alguns dos maiores nomes do tênis mundial, o tenista ajudou a popularizar este esporte em seu país, vencendo não apenas seus adversários, mas também os desafios de uma carreira ligada ao esporte.

A fama e reconhecimento adquiridos por Sergio Cortes são resultados diretos de suas conquistas. O tenista começou a ganhar destaque já aos 14 anos, vencendo importantes campeonatos na América do Sul. O ano de 1988 marcou o início da profissionalização do atleta, quando o mesmo disputou a final do São Paulo Challenger de Tênis e garantiu seu lugar entre os 250 melhores jogadores do mundo. Um ano depois, o jogador não apenas chegou a esta mesma final, como saiu dela vencedor. A partir daí sua carreira decolou, tendo como combustível a conquista de campeonatos na Suíça e Bélgica no ano de 1992, sua alta performance no US Open de 1993 (arrancando elogios do alemão Boris Becker) além da colocação 114 no ranking mundial. Em seu país, chegou a número 1, posição mantida por três temporadas: 1989, 1992 e 1993.

Não é exagero afirmar que Sergio Cortes exerceu uma forte influência no tênis chileno. Seus maiores feitos abriram caminho para o que se chamou de "geração dourada" do esporte no país, quando nomes como Marcelo Ríos, Nicolás Massú e Fernando González voltaram novamente os holofotes das quadras de tênis para o país latino. Durante os anos 2000, Cortes empenhou seu talento e experiência para treinar novos atletas, como é o caso de Bastián Malla, reforçando o legado que deixa para o esporte no Chile.

O segredo por trás do sucesso de Sergio

Muitos o atribuem ao estilo de jogo do tenista, que sempre priorizou a estratégia e inteligência. Ficando mais na defensiva, apostava nas jogadas de efeito para dificultar o jogo para seus adversários. Os slices, jogadas que alteram a rotação da bola e sua trajetória, apareciam com frequência no repertório do tenista.

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