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Brexit derruba mercados financeiros

Em decisão histórica, o Reino Unido decide deixar a União Europeia; acompanhe a reação dos mercados no Brasil e no mundo

Em um referendo histórico com mobilização recorde do eleitorado, superior a 70%, o Reino Unido decidiu ontem deixar a União Europeia. Bolsas de valores da Ásia e da Europa desabaram e a libra esterlina atingiu o menor valor frente ao dólar desde 1985

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  • 18h24

    24/06/2016

    Encerramos a cobertura dos mercados financeiros nesta sexta-feira. Leia mais: http://bit.ly/28SK2F3

  • 18h20

    24/06/2016

    Fora da UE queremos reforçar cooperação com Brasil, diz embaixador do Reino Unido

  • 17h48

    24/06/2016

    Ouro dispara com Brexit e fecha no maior nível em quase dois anos

     

    Os contratos futuros de ouro fecharam no maior nível em quase dois anos, com o mercado reagindo à notícia de que o Reino Unido decidiu deixar a União Europeia. O metal para agosto negociado na Comex a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 4,69%, aos US$ 1.322,40 por onça-troy.

     

    O ouro tende a subir em tempos de instabilidade econômica ou incerteza política, pois os metais preciosos são considerados ativos seguros. Como era de se esperar, o ativos mais arriscados, como ações, tombaram hoje. "Quando você é pego de surpresa, é isso que você faz: vende tudo e procura por ativos seguros", afirmou Naeem Aslam, analista-chefe de mercado da ThinkForex. Fonte: Dow Jones Newswires

  • 17h35

    24/06/2016

    Obama diz que relações entre EUA e Reino Unido vão durar

     

    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, garantiu hoje que as relações entre o Reino Unido e os Estados Unidos vão continuar, mesmo após o grupo de países decidir sair da União Europeia. Obama disse que vai respeitar a decisão dos britânicos.

     

    Durante discurso numa conferência na Universidade de Stanford, Obama disse ter falado com o primeiro-ministro britânico, David Cameron, e está confiante de que o Reino Unido está comprometido com uma transição ordenada para sair da UE. Obama também disse acreditar que a vitória inesperada do Brexit é uma resposta "às mudanças e desafios levantados pela globalização". 

  • 17h20

    24/06/2016

    Dólar à vista fecha aos R$ 3,3777, com alta de 1,07%

  • 17h19

    24/06/2016

    Ibovespa fecha em queda de 2,82%, aos 50.105,26 pontos

  • 17h18

    24/06/2016

    Nos EUA, índice Dow Jones fecha em queda de 3,39%, aos 17.400,82 pontos, S&P cai 3,60%, aos 2.037,31 pontos e Nasdaq também fecha com queda de 4,12%, aos 4.707,98 pontos

     

  • 16h58

    24/06/2016

    Brexit pode engavetar 2 captações externas de cias brasileiras previstas para este mês

     

    O resultado favorável à saída do Reino Unido da União Europeia pode comprometer os planos da Suzano e da Marfrig, que se preparavam para acessar o mercado de dívida ainda neste semestre, apurou o Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado. A expectativa em torno do plebiscito já vinha ameaçando as transações, mas fonte afirmou que até ontem os mercados de dívida não embutiam totalmente a ruptura concretizada nesta sexta-feira.

     

    "É preciso entender a extensão do impacto do Brexit nos mercados e esperar que a volatilidade diminua para ver em que níveis a curva de juro dos papéis soberanos brasileiros vai estacionar", explicou o executivo de um banco que origina muitas das emissões de empresas do País. (Cynthia Decloedt, da Agência Estado)

  • 16h31

    24/06/2016

    Bancos brasileiros podem avaliar sair de Londres com Brexit, mas quadro ainda é incerto
     
     
    A saída do Reino Unido da União Europeia pode fazer com que os bancos brasileiros reavaliem manter filiais em Londres, segundo apurou o Broadcast. Uma eventual migração dessas unidades não deve ocorrer, porém, do dia para noite, uma vez que o impacto da decisão dos britânicos ainda é incerto, segundo fontes, e tende a pesar mais para o Santander Brasil, por conta do seu controlador espanhol. Mesmo assim, essas grandes instituições já têm operações em outros países que continuaram na UE.
     
    No caso de Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil, que mantêm unidades em Londres, analistas e executivos do mercado veem impacto limitado. Isso porque a dimensão dos negócios locais é pequena quando comparada ao tamanho dessas instituições. De todo jeito, executivos de bancos, assim como o mercado, receberam a notícia com pessimismo à medida que aumenta a aversão a risco e, consequentemente, impacta o fluxo de recursos para mercados emergentes. (Aline Bronzati, da Agência Estado, e Fernando Nakagawa, correspondente)

     

  • 16h09

    24/06/2016

    Santander e Tim têm piores desempenhos entre seus pares na bolsa

     

    Santander Brasil e TIM registram os piores desempenhos dentro dos setores financeiro e de telecomunicações, respectivamente, hoje na Bolsa. Segundo operadores do mercado, há uma maior cautela com as duas companhias por serem controladas diretamente por empresas europeias, depois da vitória do "Brexit" no referendo realizado no Reino Unido. Santander Unit cai 5,07%, a R$ 17,43, enquanto os papéis de Bradesco e Itaú recuam aproximadamente 3%. TIM ON cai 5,32%, ante recuo de 2,89% de Telefônica Vivo PN. O Ibovespa opera em baixa de 3,24%, aos 49.889 pontos. (Renato Carvalho, da Agência Estado)

  • 15h57

    24/06/2016

    Itamaraty: Brexit não altera prioridade conferida a acordo entre Mercosul e UE

     

    A saída dos britânicos da União Europeia (UE), conhecida como Brexit, não irá alterar a prioridade conferida pelo Brasil ao acordo entre o Mercosul e o bloco europeu, segundo nota divulgada há pouco pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE). No documento, o Itamaraty destaca também que o Brasil manterá suas relações estratégicas tanto com o Reino Unido quanto com a União Europeia.

     

    "Continuaremos engajados, com prioridade inalterada, na negociação de um Acordo de Associação entre o Mercosul e a União Europeia, que trará importantes benefícios para os dois lados." A nota ressalta que a parceria do País com o bloco europeu completará dez anos em 2017 e já abrange 32 diálogos setoriais. A próxima reunião de cúpula será realizada no Brasil. (Lu Aiko Otta, de Brasília) 

  • 15h48

    24/06/2016

    Dólar reduz ritmo de alta, mas Brexit se mantém no centro das atenções

     

    Com o "Brexit" no centro das atenções, todo o restante do noticiário permanece em segundo plano nesta tarde, e os ativos brasileiros continuam a operar em baixa, como reflexo da onda global de aversão ao risco. Às 15h34, o dólar reduzia o ritmo de alta e avançava 0,84% no mercado à vista, cotado a R$ 3,3700. No mercado futuro de juros, as taxas sobem levemente nos vencimentos mais longos. Já o Índice Bovespa tinha queda de 3,42%, aos 49.798,71 pontos, acompanhando de perto as fortes quedas das bolsas americanas, que voltaram a renovar mínimas.

     

    O presidente em exercício, Michel Temer, disse acreditar que a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) não traz nenhum impacto político ao Brasil.Temer disse ainda que não há possibilidade de o Brasil sair do Mercosul, alegando que o País foi o promotor da origem do bloco. Mas avalia que deve haver uma "readequação das regras". "Uma das ideias é que se permita que os países possam fazer, isoladamente, acordos bilaterais. Com uma liberdade maior para os países contratantes. Muitas vezes não se pode fazer acordo porque se está preso à tarifa comum. Mas tudo tem de ser discutido coletivamente", disse ele, antes de embarcar para São Paulo, onde passará o fim de semana. (Paula Dias, da Agência Estado)

    Estadão

  • 15h41

    24/06/2016

    Nas mínimas das bolsas americanas, índice Dow Jones cai 3,25%; S&P 500 cede 3,42%; Nasdaq perde 4,08%

  • 15h37

    24/06/2016

    FIESP: Brexit não mudará muita coisa nas negociações do acordo Mercosul-UE

    O diretor do Departamento de Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Thomaz Zanotto, avaliou que, pelo período de dois anos da saída efetiva do Reino Unido da União Europeia, a decisão pelo Brexit não "mudará muita coisa" no andamento das negociações entre o bloco europeu e o Mercosul. "Acredito que o Reino Unido, que é apoiador do acordo, vai continuar participando das conversas até a saída definitiva. E também temos muitos outros países apoiadores do acordo, além do Reino Unido (Espanha, Alemanha, Itália, Portugal e Suécia) e a pressão contrária se concentra em França, Irlanda e Hungria", disse.

    Já para o Brasil, Zanotto vê que não há consequências na relação comercial no curto prazo. "A exceção fica por conta do mercado financeiro, que acaba refletindo o comportamento das principais bolsas mundiais", ressaltou. (Suzana Inhesta, da Agência Estado)

     

  • 15h26

    24/06/2016

    Dólar reduz alta e sobe 0,77%, a R$ 3,3677. Ibovespa cai 2,93%, a 50.050 pontos

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