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Bolsonaro entrega proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional

Bolsonaro entrega proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional

O presidente Jair Bolsonaro entregou na manhã desta quarta-feira, 20, proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional.

 

A proposta da reforma da Previdência vai garantir uma economia de R$ 1,164 trilhão em dez anos nas despesas públicas, segundo o Ministério da Economia. O valor da economia foi antecipado pelo Estadão/Broadcast. Nos quatro anos de Bolsonaro, a economia esperada será de R$ 189 bilhões.

 

Bolsonaro seguiu para a sala da presidência da Câmara acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, e dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também acompanhava o presidente.

 

Um pouco antes das 10h, o presidente da República deixou o gabinete de Maia e saiu da Câmara sem falar com a imprensa.

 

Cerca de dez parlamentares da oposição estavam vestidos com aventais alaranjados e trouxeram laranjas para, segundo eles, “recepcionar o presidente".

 

Acompanhe aqui a cobertura completa.

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  • 18h57

    20/02/2019

    Encerramos aqui a cobertura.

     

    Agradecemos pela audiência. Boa noite! 

  • 18h12

    20/02/2019

    As mudanças no regime dos militares (que inclui Forças Armadas, PMs e bombeiros), no entanto, não foram apresentadas hoje. Segundo o governo, o texto será enviado ao Congresso até o dia 20 de março.

     

    O presidente também defenderá que a Nova Previdência vai respeitar as diferenças, porém será justa e beneficiará os mais pobres. Quem ganha menos, contribuirá com menos e quem ganha mais, pagará mais, segundo Bolsonaro. Esse trecho está relacionado às mudanças nas alíquotas da Previdência que empregados privados e funcionários públicos pagam. Para quem ganha até um salário mínimo, por exemplo, a alíquota vai cair dos atuais 8% para 7,5%. Já para a elite do funcionalismo, a alíquota pode chegar a até 22% para quem ganha mais de R$ 39 mil

  • 18h11

    20/02/2019

    Em discurso que será transmitido daqui a pouco em cadeia de rádio e TV, o presidente Jair Bolsonaro vai defender que todos, sem exceção, estarão sujeitos às regras da Nova Previdência, nome pelo qual o governo chama a proposta de reforma previdenciária enviada hoje ao Congresso.

     

    Bolsonaro vai dizer que as mudanças serão sentidas por todos: ricos, pobres, políticos, funcionários públicos, militares, empregados da iniciativa privada e trabalhadores rurais

  • 18h00

    20/02/2019

    OAB/São Paulo alerta para ‘efeito devastador’ e marca audiência pública sobre Previdência de Bolsonaro.

     

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  • 17h47

    20/02/2019

    A proposta de reforma previdenciária que o presidente Jair Bolsonaro entregou nesta quarta-feira, 20, ao Congresso Nacional se mostra melhor que a anterior, apresentada pelo ex-presidente Michel Temer, avaliou ao Estadão/Broadcast o ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria Integrada, Mailson da Nóbrega. Já segundo o ex-presidente do Banco Central (BC), Arminio Fraga, "o número (de economia fiscal ao longo do tempo) é maior do que se esperava".

     

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  • 17h43

    20/02/2019

    Analistas de instituições financeiras internacionais elogiaram o texto da reforma da Previdência, divulgado nesta quarta-feira, 20, pela equipe econômica.

     

    Leia mais

  • 17h31

    20/02/2019

    O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse nesta quarta-feira, 20, que pediu a seus assessores e consultores um parecer com os temas que considera ser "um pouco mais polêmicos" na proposta de reforma da Previdência. Ele falou com jornalistas antes do início da sessão plenária no Senado

  • 17h12

    20/02/2019

     

    "Há uma desconstitucionalização da Previdência, ou seja, no futuro, por uma mera lei complementar, todas as regras vão poder ser revistas. No futuro, será possível alterar todas as regras por mero quórum de maioria absoluta. Isso é insegurança jurídica", afirmou. "Tudo que está sendo anunciado é provisório. Pelo texto, uma lei complementar pode mudar tudo, é algo inusitado"

     

    (Renan Truffi e Anne Warth) 

     

  • 17h12

    20/02/2019

    O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), criticou enfaticamente a proposta de reforma da Previdência apresentada nesta quarta-feira pelo governo Jair Bolsonaro. Dino disse que o texto cria insegurança jurídica e impõe um sistema de aposentadoria contra os mais pobres. "Parece pegadinha", criticou Dino, referindo-se ao regime de capitalização previsto na proposta

     

    (Renan Truffi e Anne Warth)

     

  • 17h11

    20/02/2019

    Reforma é para reduzir desigualdades e eliminar privilégios, diz Guedes.

     

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  • 16h57

    20/02/2019

    O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, disse que os Estados terão liberdade para escolher a alíquota extraordinária dos seus servidores à Previdência Social que avaliar adequada para reequilibrar as suas contas.

     

    Ele ressaltou que essa pratica já acontece com os fundos de Previdência complementar das empresas estatais. E destacou que o Petros, dos funcionários da Petrobrás, foi uma das entidades que subiu a contribuição para resolver os seus problemas de desequilíbrio

     

    (Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli e Eduardo Rodrigues)

  • 16h53

    20/02/2019

    Caciques de partidos do chamado Centrão criticaram publicamente o governo nesta quarta pela decisão de encaminhar ao Congresso a proposta de reforma da Previdência sem incluir no pacote entregue o projeto que altera as regras dos regimes previdenciários dos militares

     

    (Mariana Haubert)

  • 16h53

    20/02/2019

    O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, deixaram há pouco o Ministério da Economia, onde estiveram reunidos com o ministro Paulo Guedes. Pouco antes, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novais, também havia deixado o prédio. Nenhum deles falou com a imprensa sobre a reunião

     

    (Fabrício de Castro) 

  • 16h52

    20/02/2019

    O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, minimizou a ausência do ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo Marinho, Paulo Guedes é "grande" o formulador da reforma. Ele destacou que o governo está tendo "absoluto respeito" para responder todas as perguntas da imprensa na entrevista sobre a proposta da reforma. Ele ponderou que Paulo Guedes

     

    "O presidente Bolsonaro e o ministro Guedes me convidaram para tocar a Previdência. Não fugimos", disse. "Quem vai executar os trabalhos somos nós", ressaltou

     

    (Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli e Eduardo Rodrigues) 

  • 16h51

    20/02/2019

    Marinho deixou claro que o governo está preparado para negociação. "Estamos aguardando o processo de negociação", disse ele, ressaltou que o princípio da proposta é fazer com que quem ganha mais contribua com mais

     

    (Adriana Fernandes, Idiana Tomazelli e Eduardo Rodrigues) 

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