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Acompanhe o leilão de usinas da Cemig e campos da Petrobrás

No Rio, leilão de blocos de óleo e gás da Petrobrás deve render R$ 1 bi; em São Paulo, após esforço da Cemig para tentar barrar o governo, o leilão está mantido com quatro usinas

Pelo perfil dos ativos colocados à venda, especialistas consideram baixo o risco de o governo arrecadar menos do que o previsto com esses negócios. Nos últimos três anos, as estimativas de receitas com concessões ficou R$ 21,6 bilhões abaixo do previsto no Orçamento. A frustração ocorreu principalmente pela dificuldade de elaborar estudos e preparar os regulamentos para realizar os leilões.

(Fernanda Nunes e Denise Luna, do Rio, e Renée Pereira e Luciana Collet, de São Paulo)

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  • 16h10

    27/09/2017

    Caros leitores, obrigado por acompanhar nosso ao vivo. Até a próxima!

  • 15h24

    27/09/2017

    RIO - A 14ª Rodada de Licitação de blocos de petróleo e gás terminou com bônus total de recorde de R$ 3,842 bilhões, com 95% desse montante sendo arrecadado em lances por blocos na Bacia de Campos feitos pela Petrobrás e a norte-americana Exxon Mobil.

     

    Somente os oito blocos arrematados na Bacia de Campos, a última a ser leiloada, resultou em um bônus de mais de R$ 3,65 bilhões. 

     

  • 15h07

    27/09/2017

    RIO - O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, comemorou que a Petrobrás tenha apresentado a maior oferta da 14ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de R$ 2,24 bilhões, pelo bloco 346 da Bacia de Campos, na franja do pré-sal. Esse foi o maior bônus pago em um leilão de concessão.

     

    "A gente quer ver a Petrobrás cada vez mais recuperada; não queremos só as estrangeiras", afirmou o ministro, que ressaltou também o retorno da ExxonMobil aos leilões da agência. Entre as vencedoras, há duas estreantes - a Murphy e a Bertek.

     

  • 14h53

    27/09/2017

    RIO - O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, disse que o valor pago pelo bloco 346 da Bacia de Campos "foi acima do esperado, mas não está fora do radar para a área". O consórcio da Petrobrás com a ExxonMobil pagou R$ 2,24 bilhões.

     

    O bloco 346, localizado na franja do pré-sal, na Bacia de Campos, foi o mais disputado no leilão. Ele chegou a ser incluído em outras rodadas, mas foi retirado por ordem da ex-presidente Dilma Rousseff.

     

  • 14h51

    27/09/2017

    RIO - A 14ª Rodada de Licitação de áreas de petróleo e gás terminou nesta quarta-feira, 27, com lances bilionários de grandes companhias por blocos na Bacia de Campos, onde o consórcio formado por Petrobrás e Exxon Mobil foi o grande vencedor.

    O ágio nesta rodada ficou em 1.556,05%

    (Com Reuters)

     

  • 14h27

    27/09/2017

    SÃO PAULO - Na foto, representantes do Citigroup/Enel Brasil S.A, que arremataram a usina de Volta Grande por R$ 1,419 bilhões. 

     

    (foto: Hélvio Romero/Estadão)

     

    Hélvio Romero/Estadão

  • 14h23

    27/09/2017

    RIO - O presidente da Shell no Brasil, André Araújo, disse estar satisfeito com a participação da empresa na 14ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apesar de não ter levado nenhuma área.

    "A gente já tem bastante coisa (áreas no Brasil) e muito trabalho pela frente. O jogo está só começando. Temos US$ 10 bilhões para investir nos próximos cinco anos (no País)", disse Araújo.

    A empresa concorreu por duas áreas na Bacia de Campos, ao lado da Repsol, e as perdeu para o consórcio liderado pela Petrobrás em parceria com a ExxonMobil. A maior disputa foi pelo bloco 346, do setor SC-AP3, que esse consórcio vencedor levou por R$ 2,24 bilhões.

  • 13h51

    27/09/2017

    RIO - A ExxonMobil venceu a Petrobras na disputa pelo bloco CM-37, na Bacia de Campos, ao oferecer bônus de R$ 47,1 milhões, contra R$ 22,9 milhões da estatal.

     

    Além desse bloco, a ExxonMobil adquiriu também o bloco CM-67, com oferta única de R$ 16,3 milhões. Ao todo a bacia arrecadou R$ 63,4 milhões com a venda de dois dos quatro blocos ofertados, ágio de 109,4% sobre o preço original. Os investimentos previstos para a área são de R$ 63,23 milhões. (Denise Luna e Fernanda Nunes)

  • 13h50

    27/09/2017

    RIO - A norte-americana ExxonMobil voltou ao mercado brasileiro de petróleo e gás ao liderar consórcio que levou dois blocos na Bacia de Sergipe-Alagoas, em águas profundas e ultraprofundas. Ao lado da Murphy (20%) e da Queiroz Galvão (30%), pagou bônus de assinatura de R$ 62,82 milhões e ágio de 99,65% por uma área do setor SSEAL-AP2. Pela área SSEAL-AUP2, o mesmo consórcio pagou R$ 47,11 milhões, ágio de 444,94%.

     

    Uma das grandes petroleiras mundiais, a Exxon, atualmente, possui apenas duas áreas exploratórias no Brasil: uma em Sergipe e outra no Rio Grande do Norte. A empresa chegou a ter participação agressiva nos primeiros leilões realizados no País. Mas, sem sucesso equivalente às suas apostas, recuou nas últimas concorrências. (Fernanda Nunes e Denise Luna) 

  • 13h40

    27/09/2017

    RIO - Consórcio com Exxonmobil paga R$ 62,82 milhões por um bloco em Sérgio-Alagoa

  • 13h08

    27/09/2017

    RIO - Foram vendidos dois blocos na parte marítima e oito na parte terrestre da bacia do Espírito Santo, resultando em um bônus total de R$ 50,5 milhões.

     

    Nos blocos de mar foram arrecados R$ 46,6 milhões com a compra de um bloco pela espanhola Repsol e outro pela chinesa CNOOC.

     

    Na parte terrestre da bacia, foram vendidos oito dos 19 blocos ofertados, por R$ 3,9 milhões. Saíram vencedoras nos blocos em terra as empresas Imetame, Vipetro e Bertek. 

  • 12h17

    27/09/2017

    O presidente Michel Temer usou as redes sociais há pouco para exaltar a realização do leilão das usinas da Cemig. "Nós resgatamos, definitivamente, a confiança do mundo no Brasil", ao se referir à concessões de quatro usinas da Cemig por R$ 12,130 bilhões. Segundo Temer, o resultado ficou acima das expectativas de mercado. 

     

  • 11h57

    27/09/2017

    RIO - A Petrobras fez o seu primeiro lance na 14ª Rodada de Licitações e Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, para um bloco na bacia do Paraná, por R$ 1,690 milhão, um ágio de 304,9%. A empresa foi a única a fazer lance pelo bloco. Momentos antes, o presidente da empresa, Pedro Parente, disse a jornalistas que a petroleira "estava atenta".

  • 11h41

    27/09/2017

    RIO - A 14ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) está parada há alguns minutos para que a comissão de licitação da agência tire dúvidas sobre uma proposta para o setor SREC-T4, da Bacia do Recôncavo.

     

    As três principais e mais promissores bacias que serão ofertadas ficaram para o final da concorrência - Campos, Espírito Santo e Sergipe-Alagoas. 

     

  • 11h29

    27/09/2017

    BRASÍLIA - O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, avaliou, há pouco, em entrevista ao Broadcast, que o resultado do leilão de hoje de quatro usinas hidrelétricas da Cemig ficou dentro das expectativas de ágio na venda. Segundo ele, o resultado corrobora as previsões de receitas que o governo fez para o leilão e que foram incluídas no relatório de avaliação de receitas e despesas.

     

    “Desde o começo do ano, falávamos que iria dar certo o leilão. Foi confirmado pelos fatos”, disse Oliveira. Segundo ele, o governo teve muita cautela nos valores colocados. Com o ágio, o governo eleva em R$ 1,13 bilhão a mais a previsão de receitas para este ano, reforçando o caixa. (Adriana Fernandes)

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