Rã albina

Estadão

29 de setembro de 2010 | 08h30

Rã albina do King Ranário, em Igaratá (SP). Crédito: Hélvio Romero/AE

A “Loirinha”, como é chamada pela criadora Márcia Bruno Rodrigues Soares, é a mascote do King Ranário, em Igaratá, próximo a São José dos Campos, em São Paulo. Márcia não tem certeza se a carne da rã albina teria o mesmo valor da carne de uma rã normal, mas avisa: “Mesmo se tivesse, não venderia. A Loirinha é o xodó do ranário.”

Márcia é uma das personagens da reportagem de capa do Agrícola de hoje, que fala sobre a criação de rãs no País, aproveitando uma nova tecnologia da Embrapa do Rio que permite o processamento da carne da região do dorso da rã, normalmente descartada.

A reportagem fala também do sucesso que está fazendo um sistema de criação desenvolvido por um ranicultor de São José dos Campos, em que as rãs ficam em piscinas de lona. A ideia foi patenteada e está sendo fundamental para a atividade, principalmente por ser viável para pequenos produtores.

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