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Gente que faz

São Paulo corre 24 horas por dia, cheia de gente com vontade de fazer, porque o paulistano acredita que a vida pode ser melhor.

Antonio

23 de outubro de 2019 | 11h42

São Paulo é triste, cinza, sem árvores. Será? Olhe em volta! Os parques, dependendo da região, são lindos; a cidade está colorida e as pessoas fazem, agitam, vivem intensamente, no ritmo frenético da cidade que não dorme.

São Paulo corre 24 horas por dia. Tanto faz a hora, as marginais estão lotadas, as ruas cheias, os restaurantes com filas de espera e os cinemas e casas de espetáculo atraem gente do país inteiro para aproveitar o que a metrópole oferece.

Seus museus batem recordes de público, os parques lotam nos fins de semana e os shopping centers, a praia dos paulistanos, abrem suas portas para a multidão que os invade em busca de tudo, até quando o tudo é não fazer nada.

Com os meios alternativos de transporte, as ciclovias ganharam outra vida, outra dinâmica, cores fortes pedalando, patinetes correndo, skates inventando manobras.

O paulistano acredita que a vida pode ser melhor. Não é mais só trabalho e trabalho e a volta para casa no ônibus soltando fumaça cinza, poluindo um céu cinza, balizado por muros cinzas.

Os muros estão pintados, as casas estão pintadas e os novos edifícios se impõem, grandiosos, contra o céu enfeitado por um por de sol de cinema.

A alegria faz parte do cenário, a eletricidade se espalha entre as pessoas com vontade de fazer, experimentar, conhecer.

O novo é novo, o antigo é antigo, mas tudo tem sua hora e sua vez na agenda apertada, que obriga a correr para aproveitar o dia na rapidez do dia, que passa pelo trânsito parado, no ritmo acelerado de milhares de pessoas que têm sempre muito para fazer.

Ainda bem que depois de tudo dá para tomar um chope gelado.

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