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Lembrando ícones do passado

A propaganda brasileira sempre deu show de criatividade. E alguns dos seus trabalhos ficam na nossa memória por décadas!

Antonio

08 de janeiro de 2020 | 10h51

“Um bom sono pra você e um alegre despertar”. O comercial dos Cobertores Parayba, com o desenho das crianças indo dormir com o castiçal na mão, marcou época na TV brasileira.

Da mesma forma que o: “Quem bate? É o frio. Eu não deixo você entrar. As Casas Pernambucanas vão aquecer o meu lar”.

E os anúncios da VARIG, VARIG, VARIG, com o maravilhoso “Seu Cabral vinha navegando, quando alguém foi gritando – Terra à vista! E foi descoberto o Brasil…”

“Bela camisa, Fernandinho” consagrou a marca US Top, que, além das camisas, fazia jeans maravilhosos.

E por falar em jeans, quem se lembra do pai de todos, do primeiro, as calças Rancheiras?

A indústria automobilística não ficava devendo nada para ninguém. “Nesta marca você confia.” e “o bom senso sobre rodas” marcaram os modelos da Volkswagen.

Os anúncios do cigarro Hollywood, numa época em que o legal era fumar, mostravam a enorme empatia e o tudo a ver entre os cigarros e os esportes, enquanto a Lei de Gerson, que até hoje marca os brasileiros, foi consequência de um anúncio de cigarro que tinha como protagonista o maestro da seleção de 1970, o grande Gerson, que sem querer deu o nome ao feio hábito de “levar vantagem em tudo”.

E “o fino que satisfaz?” E tantas outras campanhas inesquecíveis que valorizavam o hábito, hoje amaldiçoado, de fumar mais de um maço por dia?

Tinha também as maldades, como batizar o Renault Gordini de “Leite Glória”, numa alusão ao famoso leite em pó “que desmancha sem bater”.

Entre secos e molhados, a propaganda brasileira sempre deu show. Sua criatividade foi tão grande 50 anos atrás que continuam vivos até hoje.

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