Solução alternativa

A vida não para, segue sempre em frente. Por isso é preciso buscar alternativas. Novas chances num mundo novo à nossa frente!

Antonio

25 de junho de 2019 | 14h03

É regra certa e comprovada que a vida não para. Se adapta, contorna os obstáculos e encontra uma forma de seguir em frente, de se perpetuar, ainda que em outras espécies.

Os dinossauros desapareceram. Depois de mais de 70 milhões de anos de domínio sobre a terra, os dinossauros desapareceram da superfície do planeta. Mas a vida continuou. A vida mudou de forma, encontrou outros corpos, outras formas capazes de sobreviverem ao cataclisma que levou os dinossauros. Aves, mamíferos, peixes, insetos, vertebrados e invertebrados de várias naturezas ocuparam o espaço vago.

E o ser humano se tornou senhor do planeta. Não faz 10 mil anos que somos história, mas somos os donos do planeta. Para o bem e para o mal, com os defeitos e as qualidades da espécie.

Com acertos e erros vamos nos mantendo, vamos dando as cartas, redesenhado a vida, transportando sonhos e ameaças para todos os cantos de um planeta redondo, no qual as crises são pontos de vista de quem é atingido.

Foi assim na última crise brasileira. Crise da qual ainda não saímos, mas na qual a vida segue em frente e as pessoas se readaptam e criam novas formas de tocar em frente.

O que era intuição virou certeza: mais de 4 milhões de pessoas dependem dos aplicativos para viverem. Trocaram o emprego certo pelo trabalho diferente. Agora levam pessoas, transportam coisas, mas continuam vivendo, só que de outra maneira, não necessariamente pior.

Com crise ou sem crise, muitos dos empregos desapareceram para sempre. Não tem volta e as pessoas afetadas sabem. Por isso seguem em frente, buscam, descobrem, não param. As chances de um mundo novo estão todas à nossa frente. Quem tiver competência que as tome.

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