Fora do mapa

Celso Ming

19 de agosto de 2016 | 21h10

As revoluções industriais se sucedem em ritmo frenético, vão destruindo e abrindo negócios. Com eles, somem empregos e aparecem novos.

Grande número de profissões só é lembrado pelos escritos e, às vezes, por nomes de ruas: toneleiros, fiandeiras, ferreiros, carvoeiros, acendedores de lampiões, telefonistas… As que vêm surgindo hoje nem nome têm e provavelmente, dentro de alguns anos, não serão lembradas. Leia a análise completa aqui.

 

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