Capitalização da Petrobrás e Copom agitam a semana

Celso Ming

30 de agosto de 2010 | 15h28

Esta semana que começa com os últimos dias de agosto e vira setembro adentro tem dois fatos econômicos importantes já agendados. Um deles será a definição do preço do barril de petróleo da União que será repassado à Petrobrás como subscrição do Tesouro. E a outra é a decisão do Copom, que será tomada quarta-feira sobre os juros.

O preço do barril de petróleo que vai para a Petrobrás e, assim, determinar o que vai acontecer com os acionistas minoritários é questão que é preciso esperar até que saia  para que possa ser feita uma análise fria sobre o que deve acontecer.

Sobre a decisão do Copom já se pode dizer mais coisas. Da última reunião para cá, a economia ficou mais aquecida do que previa o Banco Central; o consumo continua forte; o crédito está em expansão; as importações sobem para dar conta do consumo; e a produção vai atrás.

Enfim, na última reunião, o Banco Central dizia que os juros podiam subir menos, como subiram, porque a economia estava em desaceleração. Já se viu que não está em desaceleração e isso significa que, se for coerente, o Banco Central não vai reduzir a dose dos juros. No mínimo, vai aumentar em mais 50 pontos porcentuais. Em todo o caso, é esperar para ver.

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