Números do emprego têm tudo para seguir favoráveis

Celso Ming

26 de agosto de 2010 | 13h31

Ontem foi a vez do Dieese verificar uma redução do desemprego. Hoje foi o IBGE, que divulgou as estatísticas de julho e conferiu que o desemprego no Brasil chegou a seu nível mais baixo desde 2002. Enquanto isso, a massa de renda do brasileiro cresceu mais de 5% em termos reais, ou seja, cresceu tudo isso, já descontada a inflação.

Este é o reflexo do bom momento econômico em que vive o Brasil e é, também, consequência de outro fator, que é o auge da campanha eleitoral.

É o momento em que os dirigentes políticos põem força total nas obras públicas, que é para mostrar serviço ao eitor. E isso significa que muita gente está empregada, não só na construção dessas obras, mas, também, na própria campanha eleitoral.

Dentro de um ou dois meses, é claro, haverá uma redução do emprego, mas a economia seguirá em crescimento em ritmo maior do que a oferta de mão de obra na economia e isso significa que os números do emprego têm tudo para seguir favoráveis.

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