10 dicas para controlar o orçamento e não fazer dívida crescer

10 dicas para controlar o orçamento e não fazer dívida crescer

Consumidor tem que ficar de olho em detalhes, como ofertas que prometem parcelamento com juros zero, que podem fazer a diferença na hora dos gastos para não contrair dívidas

Economia & Negócios

20 de agosto de 2015 | 15h45

Com o agravamento da crise econômica no País, o consumidor tem que ficar de olho em detalhes que podem fazer a diferença na hora dos gastos para controlar melhor o orçamento sem aumentar as dívidas. Confira a seguir:

1. Antes de optar por embalagens “econômicas” de produtos faça a comparação de preços com outras apresentações para confirmar se não se trata apenas de propaganda enganosa.

2. Desconfie de ofertas que prometem parcelamento com juros zero. Compare com o preço de outros locais para verificar se os juros estão embutidos. Adiar a compra para pagar a vista pode ser a melhor saída.

3. Caso necessite de crédito não contrate direto no caixa eletrônico, porque os juros são mais elevados. Procure o gerente do banco e negocie uma linha de crédito pessoal. O ideal é pesquisar o Custo Efetivo total (CET) em outros bancos, antes de contratar. Quanto menos garantia for exigida maior o custo do financiamento. Desconfie de taxas baixas de juros e facilidades de parcelamento.

Com o agravamento da crise econômica, consumidor deve ficar atento para não contrair dívidas/Estadão

Com o agravamento da crise econômica, consumidor deve ficar atento para não contrair dívidas/Estadão

4. Recuse a venda casada. O banco não pode condicionar o fornecimento de um serviço à contratação de outro. Por exemplo, a concessão de um empréstimo não pode ser condicionada à contratação de um seguro, ou título de capitalização. Procure outro banco.

5. Caso já tenha um cartão de crédito, não habilite a função crédito do cartão enviado pelo banco para movimentar sua conta corrente. Economize no pagamento de mais uma anuidade.

6. Analise as tarifas bancárias que costuma utilizar durante o mês e avalie se não é o caso de cancelar o pacote de serviços atual e optar por movimentar as contas por meio de cartão magnético ou talão de cheques e ter direito a algumas movimentações gratuitas. Serviços essenciais não podem ser cobrados.

7. Controle seu extrato para checar se não há cobrança de tarifas indevidas, por serviços não utilizados. Questione sempre que houver dúvidas.

8. Não entre no crédito rotativo do cartão de crédito ou no cheque especial . Caso já esteja com dívidas nestas modalidades peça empréstimo pessoal ou consignado para cobrir rapidamente os custos. Os juros se tornam impagáveis caso entre no rotativo ou permaneça usando o limite do cheque especial por período longo.

9. Partilhe produtos e serviços com outras pessoas para ter acesso a bens sem gastar muito. Transporte, hospedagem, aulas de idiomas, feiras de vestuário, calçados, brinquedos, livros, alimentação, games, equipamentos eletrônicos – quase não há limite para o consumo colaborativo. Fique de olho nos aplicativos que podem ser baixados no smartphone e nos sites colaborativos.

10. Atenção com linhas de crédito oferecidas pelos bancos e financeiras para antecipação do pagamento do 13º salário ou de devolução do Imposto de Renda. Elas podem ser tentadoras para quem tem dívidas, mas pesam no bolso. É preciso avaliar cuidadosamente se essas antecipações realmente permitirão trocar uma dívida com taxas muito elevadas por outra que caiba melhor no orçamento.

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