Brasileiro aprendeu a driblar os custos da bagagem aérea

Economia & Negócios

12 de novembro de 2018 | 14h52

Interessante perceber que o brasileiro se adaptou à cobrança da passagem despachada nas viagens aéreas. Grande parte dos passageiros nos voos domésticos leva só malas de mão, com até 10 quilos, e as companhias aéreas acabam oferecendo na hora do embarque o despacho gratuito por, diversas vezes, não caber tudo nos porta bagagens.

Já o preço das passagens não caiu conforme havia sido alardeado pelas empresas como justificativa à cobrança pela bagagem despachada. Ou seja, foi mais uma medida a onerar as viagens aéreas. Além de configurar um claro desrespeito aos direitos do consumidor.

Como o próprio Ministério Público defendeu na ação judicial  que tentou  sem sucesso barrar a cobrança,  na época da implantação da medida, configura-se desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, por venda casada.

Ao invés de passagens mais baratas para quem viajar apenas com bagagem de mão o que passamos a ter foi custo maior para quem despacha mala.  Por isto, considero salutar a entrada de empresas de baixo custo como a do Chile que começa a operar no País. Nada como a concorrência para melhoria dos serviços prestados.

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