Compra do HSBC pelo Bradesco: o que fazer quando seu banco é vendido para outro

Pacotes de serviços, empréstimos e financiamentos já contratados devem ser mantidos conforme acertado no contrato

Economia & Negócios

03 de agosto de 2015 | 17h02

O que o cliente do HSBC pode fazer com a venda do banco para o Bradesco? Se você é correntista no banco HSBC não pode ser prejudicado com essa transação. Pacotes de serviços, empréstimos, financiamentos, juros acertados e investimentos, tudo deve ser mantido conforme acertado nos contratos em vigência.

Mesmo que as mudanças não sejam imediatas, é importante que o correntista do banco verifique se o serviço prestado pela nova instituição é do seu interesse, se vai ser mantido o mesmo relacionamento que já existe com o gerente atual. É importante conversar com o gerente e acompanhar o que acontecerá daqui para frente.

Esse pode ser o momento de avaliar se não é o caso de mudar de banco. Em casos semelhantes, como na fusão do Itaú e Unibanco e da aquisição do Banco Real pelo Santander, não houve prejuízos significativos para os consumidores.

Ficar horas na fila porque diminuíram a quantidade de caixas devido a mudança configura má prestação de serviços. Nesse caso, você deve reclamar a um órgão de defesa do consumidor, como a associação de consumidores Proteste, ou ao Banco Central.

Como haverá um período de adaptação, por ora, os clientes continuarão utilizando normalmente os diferentes canais de atendimento, cheques, cartões e demais produtos e serviços do banco.

Independente do desfecho do caso, a qualidade do atendimento deve ser assegurada. O Bradesco até pode diminuir o número de agências (atualmente são 850 em todo o País), desde que o consumidor não seja prejudicado.

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