Hábitos que podemos mudar na crise para economizar nas contas

Hábitos que podemos mudar na crise para economizar nas contas

A palavra de ordem é reduzir os desperdícios e controlar o orçamento; mudança de hábito passa por controle das contas básicas, como água e luz, e por menor uso do telefone

Economia & Negócios

16 Abril 2015 | 10h38

Foto: Estadão

Atitudes simples, como desligar as luzes, podem garantir economia nas contas no fim do mês. Foto: Estadão

A palavra de ordem é reduzir os desperdícios e controlar o orçamento. Começa com atitudes simples e que de há muito deveriam estar incorporadas aos nossos hábitos, como desligar as luzes quando não há ninguém naquela sala ou quarto. 

Ou de ser rigoroso com o consumo de água, fechando torneiras enquanto escovamos os dentes ou se ensaboa no banho. São hábitos simples com os quais poupamos recursos que afetam o meio ambiente e sentimos menos os impactos da alta das tarifas.

É o caso da água e da energia elétrica. Graduar chuveiros e geladeiras de acordo com a estação do ano, e com a temperatura ambiente. Não abrir excessivamente a porta da geladeira ou do forno. Há também casos em que além de economizar agimos em prol da saúde, como usar menos o carro para pequenas distâncias.

Hábitos negativos de consumo que pesam no bolso, como o uso intensivo de telefones fixos e celulares, também podem ser repensados. Estão aí os programas de mensagens instantâneas, que os adolescentes conhecem e empregam tão bem, como o WhatsApp, o Messenger e o Skype.

Conversas intermináveis custam caro, e nem percebemos isso, especialmente com as contas em débito automático. Conforme o perfil de uso vale contratar um plano de ‘conta familiar’, o que reduz os custos. E há, também, as contas ‘controle’, limitadas a um valor preestabelecido.

Cortando custos de telefone celular, fixo, eletricidade, gás, água, alimentos e roupas, podemos nos preparar para a crise, e sentir menos suas consequências no nosso conforto do dia a dia.

Mais conteúdo sobre:

águaConsumocontaenergiatelefone