Não compre se o preço subiu muito

Claudio Considera

14 de setembro de 2020 | 09h53

Diante da elevação dos preços de alimentos essenciais na dieta do brasileiro passou a se falar em controle de preços. Tabelar preços não resolve. Na Argentina despareceram as prateleiras os produtos cujos preços foram fixados pelo Governo. Se o governo está preocupado com a alta de preços poderia retirar impostos dos produtos da cesta básica.

Tabelar preço não é saída para alta da cesta básica

Não dá para retroceder ao tempo em que o consumidor se tornou fiscal do Sarney e foi orientado a procurar boi no pasto, quando a carne desapareceu do mercado.

O consumidor pode fazer sua parte boicotando os produtos com preços abusivos. Substituir o arroz e o feijão não é fácil, mas possível. Pesquisar preços em diferentes locais, e procurar ofertas são saídas para economizar. E cabe às entidades de defesa do consumidor mapear o mercado e fiscalizar para conter abusos. As altas de alimentos são sazonais.

Invista numa dieta rica em frutas e legumes, com prioridade aos produtos da estação, cujos preços saem mais em conta. Além de garantir produtos de melhor qualidade e maior valor nutricional, isto pode gerar uma economia no final do mês.

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