O desafio atual da compra de alimentos

Claudio Considera

30 de março de 2020 | 09h02

Em tempos “normais” hoje estaríamos dando orientações para a compra de produtos para a Páscoa de forma a fazer melhor escolha e economizar. Mas em tempos de coronavírus a nossa prioridade é fazer as compras dos alimentos à distância, e tomar os cuidados para que eles cheguem à nossa mesa de forma segura, para não haver contaminação e risco de contrairmos a Covid-19.

Compra de produtos da feira livre pode continuar a ser feita por telefone para manter dieta saudável / Morgue File

Neste período de isolamento social é importante valorizarmos o comércio de alimentos de nosso bairro cujos comerciantes tiveram de rapidamente se reinventar para continuar funcionando, diante das exigências de só manter o serviço de entrega ou quando muito, a possibilidade de retirada dos produtos, sem consumo no local.

Redes sociais, telefone, aplicativos de entrega, todos os recursos são válidos na hora de comprarmos nossos alimentos nesta fase de isolamento social. Sem fazer estoque obviamente.

Mas não podermos afrouxar os cuidados para evitar golpes ou comprometer nossa segurança.
Com toda a cautela de higiene que precisamos assegurar para não trazer o coronavírus para dentro de casa, há quem acabe por concentrar a compra em produtos não perecíveis, evitando ter que comprar com mais frequência.

O reflexo é a queda na venda de produtos na Ceagesp que despencou 70 por cento e, nas feiras livres. Se você está entre os que estão negligenciando a dieta saudável durante esta fase de confinamento em casa, é bom repensar seu cardápio para sua saúde não pagar o preço depois.

A saída é descobrir o telefone de feirantes do bairro que estejam fazendo entregas. E não se esqueça de descartar as embalagens e higienizar os produtos com uma solução de água sanitária dissolvida em água antes de estocá-los.

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