Os riscos do aplicativo do banco no celular

Claudio Considera

20 de setembro de 2021 | 10h25

As quadrilhas do Pix, criminosos que praticam sequestros e roubos para roubar dinheiro por meio de telefone celular, estão destruindo a confiança neste meio de pagamento. E podem provocar um fenômeno comportamental: reduzir o uso do smartphone nas ruas e locais públicos.

O Procon-SP pediu ao Banco Central que limite as operações a R$ 500,00 mensais. Isso seria o fim do Pix. Mas não é mais possível que cidadãos sejam sujeitos à total insegurança devido a uma facilidade tecnológica que mudou as transações bancárias.

Aos consumidores, sugiro que não usem mais o celular em locais públicos e em veículos. Há pessoas que desinstalaram o aplicativo do banco no telefone móvel. Pode ser uma saída. O caos econômico – alto desemprego, baixos salários, trabalho sem proteção, facilidade para comprar armas – impõe medidas extremas, como não usar o celular em qualquer lugar e limitar o banco eletrônico ao desktop.

Acrescentaria a necessidade de reativar a economia, mas, sinceramente, isso só em outro governo federal.

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