Segurança do Pix é teste para open banking

Claudio Considera

27 de setembro de 2021 | 09h37

A definição de normas para o tornar o Pix (meio de pagamento eletrônico) mais seguro pode ser vista como um bom teste para aderir ou não ao open banking (compartilhamento de dados, produtos e serviços financeiros).

O Pix desburocratizou o pagamento e o recebimento de dinheiro a partir do CPF (Cadastro da Pessoa Física), CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) ou do número do telefone celular. Mas se multiplicaram os assaltos, sequestros e há casos até de morte cometidos por criminosos para roubar dinheiro via Pix.

Os bancos têm até 4 de outubro próximo para limitar, em até 24 horas, as transferências noturnas pelo Pix a R$ 1 mil, medida anunciada pelo Banco Central para coibir fraudes e violência nas operações realizadas via Pix, TED, DOC, além de pagamento de boletos com cartões de débito.

Avalie se as transferências ficaram mais seguras, antes de decidir participar do open banking. Se conseguirem tornar o Pix mais seguro, talvez possam fazer isso também com os dados bancários compartilhados.

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