Vale a pena suspender serviços nas férias

Vale a pena suspender serviços nas férias

Interrupção pode render economia, mas é preciso ficar atento a prazos e condições para negociar contratos

Economia & Negócios

15 de junho de 2015 | 14h58

Até serviços de água e luz podem ser suspensos

Até serviços de água e luz podem ser suspensos (Foto: Itaci Batista/Estadão)

Pouca gente faz uso de um direito que pode render economia nas férias: o de suspender alguns serviços que não serão usados no período em que estamos viajando e a casa fica vazia. Vai ajudar a equilibrar as finanças.

Avalie se não vale a pena pedir a interrupção temporária de serviços como gás e telefone fixo, TV por assinatura e Internet, por exemplo. Ou até luz e energia. Mas é bom conferir o prazo e se há custos para reativar depois.

É preciso se programar para lembrar de fazer contato com os fornecedores a tempo de obter a suspensão temporária, antes de sair de férias.

Consumidores de TVs a cabo, telefonia fixa e móvel que tiverem mais de um ano de contrato podem pedir suspensão do serviço de 30 a 120 dias. No caso da empresa de serviços telefônicos, o cliente pode solicitar a suspensão por até quatro meses a cada ano.

Cortar o fornecimento de água e luz dependendo do tempo que se pretende deixá-las desligadas (se poucos dias, por exemplo), o custo não compensa, pois haverá taxa de serviço na religação, cobrada na fatura subsequente.

A suspensão temporária também é válida para academias, jornais e revistas, mas faça contato com as empresas e confira o prazo em que deixam de fornecer os serviços. Confira se na assinatura de publicações pode ser trocado o endereço da entrega, ou ser compensado com um mês a mais no fim do contrato, no caso da academia.

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