Brasil e Índia são os queridinhos da ABB

Clayton Netz

10 de fevereiro de 2010 | 12h02

Em visita à subsidiária brasileira, iniciada na primeira semana de fevereiro, o executivo americano Joe Hogan, presidente mundial da ABB, um dos gigantes do setor de energia e automação, não escondeu seu entusiasmo com os países emergentes. Há boas razões para isso: no ano passado, 55% dos negócios da ABB foram obtidos nos mercados em desenvolvimento. Embora destaque o trio de ferro do Bric (Brasil, Índia e China), é nos dois primeiros que ele vê as melhores oportunidades para a empresa. “O crescimento vai continuar acelerado e o Brasil vai ampliar muito os investimentos em infraestrutura”, disse Hogan, em palestra para executivos do grupo.

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