Compass apostou na escassez e se deu bem

Clayton Netz

07 de julho de 2010 | 19h47

A queda dos reservatórios das hidrelétricas brasileiras para os menores níveis desde 2003 para esta época do ano deverá gerar um acréscimo de 2% a 3% ( R$ 1 bilhão no total) nas contas dos consumidores, segundo cálculos da comercializadora de energia Compass. Para os negócios da Compass, porém, o fenômeno vai ter um impacto positivo: em maio, a empresa havia previsto a configuração do fenômeno La Niña e se antecipado, comprando contratos de energia. Resultado: a Compass revisou sua projeção de vendas para 2011 e já espera um aumento de 40%, chegando a R$ 50 milhões.

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