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A Tereza voltou…

Cleide Silva

14 de janeiro de 2015 | 16h49

SÃO PAULO  – A paralisação dos metalúrgicos da Volkswagen, que hoje completa nove dias, ressuscitou uma estratégia muito usada nas históricas greves dos anos 80, comandadas pelo então sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva.

A Tereza, corda cheia de graxa usada para tirar da fábrica quem não queria aderir ao movimento voltou a ser utilizada. Trabalhadores seguram as extremidades da corda lambuzada e vão passando pelos setores. Quem não sai, fica marcado.

O expediente foi usado no início da greve para retirar funcionários da área administrativa, segundo relataram alguns deles. Para manter suas atividades, alguns desses funcionários montaram QGs em locais alternativos.

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