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Déficit das autopeças cai 30%, mas não há motivo para comemorar

Cleide Silva

23 de junho de 2015 | 18h56

 

SÃO PAULO – A balança comercial do setor de autopeças apresenta déficit comercial de US$ 2,92 bilhões de janeiro a maio. O saldo negativo é 30,9% menor que o de igual período do ano passado.

A queda é resultado de uma redução maior das importações, que recuaram 21,6% no período (para US$ 6,05 bilhões), enquanto as exportações caíram 10,4% (para US$ 3,13 bilhões).

A redução do déficit na balança comercial das autopeças, ainda não é motivo de alívio no setor, que no ano passado registrou déficit de US$ 9 bilhões.

“Essa redução vem mais da queda da produção interna, que levou à redução das importações, do que de uma melhora das exportações”, diz Paulo Butori, presidente do Sindipeças, entidade representativa das empresas de autopeças.

O Sindipeças informa que a Argentina segue como País que mais compra componentes do Brasil – US$ 1,079 bilhão de janeiro a maio, uma queda de 13,2% ante 2014. Já o principal importador são os Estados Unidos, com US$ 745 milhões, 16% menos que em 2014.

 

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