FGC quer se popularizar

FGC quer se popularizar

Economia & Negócios

02 Setembro 2018 | 04h00

Foto: Alexandre Santos/Divulgação

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma espécie de seguro dos investidores, quer ficar mais popular. Pesa, sobretudo, o baixo conhecimento sobre a sua existência junto ao público bancarizado e aqueles que têm depósitos no sistema.

Estranhou?. Em uma tentativa de reverter o baixo índice de conhecimento, o FGC está fazendo um esforço de comunicação. Para quem estranhou as campanhas publicitárias no rádio, mídias impressa e digital, o Fundo já está na segunda fase. As praças escolhidas foram São Paulo e Minas Gerais, mas a ideia é propagar a entidade em outras regiões.

Blindado. O entendimento no FGC é de que quanto mais a sociedade entender o propósito do Fundo, menos suscetível estará a corridas bancárias diante de eventuais problemas em instituições financeiras.

O que é? Onde vive?. Criado em 1995 pelos próprios bancos, o FGC garante depósitos e investimentos em até R$ 250 mil por CPF. Há ainda um teto de até R$ 1 milhão para cada investidor a cada quatro anos. Ficou famoso por socorrer instituições com problemas no passado, como foi o caso do Banco Pan (ex-Panamericano) e, mais recentemente, atuou na crise do BTG Pactual.

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