1º “lock-up” da Vivara termina amanhã

1º “lock-up” da Vivara termina amanhã

Fernanda Guimarães

24 de novembro de 2019 | 04h00

Por Fernanda Guimarães

Esta semana começa com o fim do primeiro “lock-up”, que é a restrição para a venda de ações, dos investidores pessoas físicas que compraram papéis da joalheria Vivara em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), em outubro. Essa estrutura foi uma novidade para uma oferta de ações no mercado brasileiro. A ideia era de que, ao incluir essa restrição para o varejo, se evitaria um movimento grande dos “flippers”, como são chamados os compradores de ação no IPO que vendem o papel logo na estreia, o que gera pressão no preço do papel. Na oferta da Vivara, o varejo ficou com 13%, sendo que 5% aceitou o lock-up de 45 dias e 3% o de 120 dias. O de 45 dias vence segunda-feira.

Shining. Apesar do papel ter “sofrido” após a estreia na B3, a percepção do mercado é de que o lote que será colocado à venda com o fim do lock-up será bem absorvido. Isso porque o resultado do terceiro trimestre recém divulgado foi considerado positivo e, além disso, com o fim do período de silêncio após o IPO, os bancos começam a iniciar a cobertura da empresa. XP e JPMorgan, que foram coordenadores da oferta, já deram recomendação de compra, por exemplo. Há pouco a ação da Vivara estava em R$ 23,68, um pouco abaixo do valor do valor do papel vendido no IPO, em R$ 24.

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