Agenda do Cade pode movimentar fusões e aquisições ainda este ano

Coluna do Broadcast

26 de maio de 2017 | 05h00

Há ao menos um elemento no conturbado horizonte da economia brasileira capaz de dar um fôlego para as operações de fusão e aquisição este ano: a pauta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O mercado espera que o órgão antitruste exija a venda de ativos como condição para aprovar grandes transações hoje em análise, caso da fusão de Kroton e Estácio, da compra da Ale pela Ipiranga e da Liquigás pelo Ultra. Há ainda a fusão de Dow e DuPont, cuja aprovação foi condicionada a uma série de desinvestimentos ao redor do mundo.

Bons negócios
A percepção é de que esses bens que podem ir a mercado não sofrerão tanto com os efeitos adversos que a delação da JBS provocou nos preços. A demanda para compra tende a existir porque se espera que ativos operacionalmente fortes sejam negociados.

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