Além de venda de ativos, BRF parte para renegociar dívidas com bancos

Além de venda de ativos, BRF parte para renegociar dívidas com bancos

Economia & Negócios

04 Julho 2018 | 04h00

Pedro Parente, que agora preside a BRF, dona das marcas Perdigão e Sadia, atua em outra frente para melhorar a estrutura financeira da processadora de alimentos. Além do plano de desinvestimentos, que prevê o embolso de R$ 5 bilhões até o fim do ano, o executivo já senta com os bancos credores para negociar o alongamento dos vencimentos. Entre os principais estão Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil. A dívida da BRF no fim de março era de R$ 20 bilhões, sendo R$ 4,5 bilhões com vencimento este ano e R$ 5 bilhões, em 2019. O caixa disponível somava cerca de R$ 7 bilhões. Procurados, os bancos não comentaram. A BRF disse que a desalavancagem é prioridade e que “está sempre discutindo alternativas de funding e alongamento de dívidas junto aos bancos”.

Robusta. A dívida da BRF no fim de março era de R$ 20 bilhões. Desse total, R$ 4,5 bilhões vencem neste ano e outros R$ 5 bilhões, em 2019. A disponibilidade total de caixa da empresa era, ao fim de março, de cerca de R$ 7 bilhões. Procurados, os bancos não comentaram. A BRF, por sua vez, informa que sua prioridade, conforme divulgado em seu plano de reestruturação, é a desalavancagem. Assim, “está sempre discutindo alternativas de funding e alongamento de dívidas junto aos bancos”.

Siga a @colunadobroad no Twitter