Ânima tem oferta de ações na mesa como estratégia para recompor caixa

Ânima tem oferta de ações na mesa como estratégia para recompor caixa

Fernanda Guimarães

23 de outubro de 2020 | 05h15

Dentro de sua estratégia para a compra da Laureate no Brasil, a Ânima Educação colocou na mesa uma oferta de ações a ser feita para ajudá-la a recompor seu caixa futuramente. Propôs um aumento de capital dos atuais R$ 1,6 bilhão para R$ 4 bilhões e contratou os bancos que farão a operação. O Bradesco BBI seria o coordenador líder, junto a Itaú BBA e Santander. As instituições também participariam do financiamento da aquisição, fornecendo o suporte para uma eventual emissão de debêntures. Outra parte, do total de R$ 4,7 bilhões envolvidos na transação, sairia do caixa da Ânima – e está aí a necessidade de pensar em formas de recomposição dos recursos.

Régua e compasso. As operações só acontecerão se a Ânima for bem-sucedida na compra das operações da Laureate no País, que incluem as universidades FMU e Anhembi Morumbi. As negociações foram parar na Justiça, com a liminar conseguida pela Ser Educacional impedindo que o acordo de aquisição que tinha com a Laureate fosse rompido. A tese é que o acordo deixou de ser cumprido. Ou seja, o desfecho pode não estar próximo. Procurada, a Ânima não comentou.

contato: colunadobroadcast@estadao.com

Siga a @colunadobroad no Twitter

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.