Ao mencionar bancos, Mandetta sinaliza espaço para ajuda maior de empresas

Aline Bronzati

31 de março de 2020 | 04h43

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, vê na agilidade do setor privado um fator determinante para o combate do novo coronavírus no Brasil. Ao citar nominalmente os bancos Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, ele disse, no sábado, dia 28, que pediu ao setor bancário ajuda na importação de testes e demais itens básicos no combate à doença. Juntos, os bancos privados vão importar 5 milhões de testes rápidos de detecção da doença, além de equipamentos médicos, como tomógrafos e respiradores.

Quando? Os primeiros desembarques das doações das instituições financeiras começam nos próximos 15 dias, no auge da crise do coronavírus no País. Empresas de diversas áreas também têm feito doações, mas a menção serve de estímulo a novos movimentos semelhantes.

Com a palavra. “Isso não tem problema nenhum porque é assim que o mundo está fazendo: usando o que se tem de mais ágil e que possa ter capilaridade, sentar numa mesa com a agilidade que o poder público não tem”, disse Mandetta.

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