Após calote de quatro usinas, Coruripe testa apetite de estrangeiro

Após calote de quatro usinas, Coruripe testa apetite de estrangeiro

Economia & Negócios

19 Abril 2018 | 04h00

A Usina Coruripe terá de levar bons argumentos aos investidores estrangeiros se quiser emplacar sua captação de recursos no exterior, com emissão de bônus. A companhia anunciou encontro com investidores e pode ou não fazer a captação. Lá fora, ainda é fresca a memória dos calotes bilionários (no conjunto) dos bônus das usinas Aralco, Tonon e Grupo Virgolino de Oliveira (GVO) e da reestruturação da dívida externa da Usina São João. Por isso, já se comenta, que os investidores devem cobrar da Coruripe um prêmio, relacionado a esse histórico, para levar seus papéis.

USJ

A Usina São João esclareceu que em 2016 trocou seus bônus, com desconto para os investidores, e estendeu o prazo de vencimento dos mesmos de 2019 para 2021. Na operação, a companhia obteve carência de 24 meses para pagamento dos juros em atraso e as taxas foram elevadas.

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