Após IRB e Petrobrás, Caixa deve emplacar oferta de ações da Alupar

Após IRB e Petrobrás, Caixa deve emplacar oferta de ações da Alupar

Coluna do Broadcast

04 de abril de 2019 | 04h00

O terceiro ativo que a Caixa Econômica Federal deve colocar na rua no âmbito da sua estratégia de desmonte dos investimentos de fundos governamentais é a Alupar, de transmissão e geração de energia. O FI-FGTS, que administra os recursos dos trabalhadores brasileiros e é gerido pelo banco público, tem 12% da companhia. A operação deve ocorrer após a oferta de ações (follow on) da Petrobrás, para a qual a seleção de bancos assessores tem início amanhã com apresentações que ocorrem até o final de semana. O martelo do sindicato responsável que tocará a operação da petrolífera, com potencial de alcançar cerca de R$ 9 bilhões, será dado na semana que vem. Como a Alupar é menor, em torno de R$ 800 milhões, deve ocorrer na sequência e ainda no primeiro semestre.

Missão dada. A meta da Caixa é movimentar R$ 15 bilhões em operações até junho. Nesta conta, além de Petrobras e Alupar, está a oferta do ressegurador IRB Brasil Re, de cerca de R$ 2,5 bilhões, feita em fevereiro. Outros ativos que devem passar pelo mesmo movimento são os papeis do Banco do Brasil, também detidos pelo FI-FGTS, e da mineradora Vale. Questionado sobre a possibilidade de emplacar a operação da Alupar na sequência da Petrobras, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que as operações dependem do aval do comitê de investimento do FI-FGTS.

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