Após segurar despesas em 2020, quase 40% dos consumidores pensam em gastar ainda menos este ano

Após segurar despesas em 2020, quase 40% dos consumidores pensam em gastar ainda menos este ano

Circe Bonatelli

19 de março de 2021 | 05h05

Corredor vazio do Shopping Center Norte em São Paulo – FOTO: DANIEL TEIXEIRA/ESTADAO

O consumo reprimido pela pandemia ao longo de 2020 deve permanecer como uma das principais marcas de 2021. No ano passado, 70% dos consumidores disseram ter deixado de comprar algo que estava em seus planos. Para este ano, 37% estimam diminuir ainda mais os gastos, enquanto 45% falam em manter o padrão, e só 18% preveem aumentar os desembolsos. O levantamento foi realizado pelo grupo Globo entre 12 e 18 de fevereiro com 500 pessoas das classes A, B e C de todas as regiões do País.

Lojas físicas continuarão a ser importantes

A pesquisa também mostrou que as lojas físicas continuam sendo importantes para os consumidores, mesmo com o maior peso dos meios eletrônicos. Entre os entrevistados, 40% planejam fazer suas compras apenas presencialmente e 17% só via online, enquanto 43% citam ambas. Produtos como games, livros, brinquedos e eletrônicos têm maior saída pelo comércio eletrônico, enquanto alimentos, bebidas e materiais de construção são vendidos principalmente cara a cara.

Metade das pessoas que compram online preferem pagar com cartão de crédito à vista ou parcelado. Outros 13% optam por boleto e 9%, via PIX – uma novidade no setor. Já quem faz negócio presencialmente prefere pagar no cartão no crédito (35%), débito (25%) ou em dinheiro (24%).

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 18/03/2021, às 13:44:29 .

O Broadcast+ é uma plataforma líder no mercado financeiro com notícias e cotações em tempo real, além de análises e outras funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão.

Para saber mais sobre o Broadcast+ e solicitar uma demonstração, acesse 

Contato: colunabroadcast@estadao.com

Siga a @colunadobroad no Twitter

Tudo o que sabemos sobre:

consumo

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.