Após venda de pioneira de marketing digital, DGF parte em busca de novas investidas entre ‘techs’

Após venda de pioneira de marketing digital, DGF parte em busca de novas investidas entre ‘techs’

Luísa Laval

06 de abril de 2021 | 05h03

Crédito da foto: Nilton Fukuda/Estadão

Crédito da foto: Nilton Fukuda/Estadão

Após o bom resultado obtido com a venda da RD Station (Resultados Digitais) para a Totvs, por R$ 1,86 bilhão, o DGF Investimentos prepara a saída de outros dois investimentos feitos por seus fundos de venture capital, em empresas de tecnologia. Ao mesmo tempo, o DGF acelera a seleção das empresas a serem investidas por seu novo fundo, em fase final de captação, estimado em US$ 50 milhões. Sem especificar nomes, a gestora está olhando fintechs, edtechs e uma empresa de software para comércio exterior.

A venda da RD Station entrou para o portfólio do DGF como um dos maiores retornos obtidos pela gestora de venture capital. Primeiro a investir na RD, em 2013, o DGF obteve cerca de 34 vezes o capital investido e conseguiu taxa de retorno nominal de 75% ao ano.

O negócio, na avaliação de Sidney Chameh, sócio fundador do DGF, é uma sinalização favorável para o venture capital, investimento de alto risco feito em empresas iniciantes. Para ele, as melhores opções de investimento estão na economia real, especialmente no setor de tecnologia e são voltados ao médio e longo prazos.

 

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 05/04, às 16h.

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