Ashmore quer entender riscos de execução de bônus da Andrade Gutierrez

Ashmore quer entender riscos de execução de bônus da Andrade Gutierrez

Economia & Negócios

26 Junho 2018 | 04h00

A gestora britânica Ashmore, especializada em mercados emergentes, está buscando informações sobre os riscos envolvidos em uma eventual execução da dívida de US$ 325 milhões em bônus da Andrade Gutierrez, vencida desde 30 de abril. Como principal credora dos bônus, a Ashmore teme ficar em desvantagem em relação aos bancos com os quais a empresa têm dívida, numa eventual reestruturação do passivo da companhia. Por isso, até o momento, a Ashmore não pediu oficialmente a execução dessa dívida, o que acarretaria a cobrança antecipada de todos os outros débitos da Andrade Gutierrez.

Na dúvida
Com a desistência da gestora norte-americana Pimco de estruturar um empréstimo de US$ 520 milhões para socorrer a Andrade Gutierrez, a Ashmore vinha estudando organizar o aporte. A Pimco recuou depois da saída de metade dos investidores que participariam da transação, por considerarem que as garantias oferecidas – as ações da CCR – seriam insuficientes para cobrir o risco.

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