Assets estão ansiosas por emissões de debêntures do Grupo CPFL

Coluna do Broadcast

15 de fevereiro de 2017 | 05h00

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(Foto: Divulgação)

Sem nenhuma emissão de debênture convencional desde o começo do ano, as assets e outros investidores institucionais aguardam com ansiedade as debêntures da CPFL Piratininga e da Rio Grande Energia. Juntas, as duas operações somam R$ 686 milhões. Uma secura reinou no mercado desde o final do ano passado. Há somente um registro na Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), de R$ 1,6 bilhão, no mês passado, da emissão da Andrade Gutierrez. Em janeiro de 2016, o número estava na casa dos R$ 6,4 bilhões.

Sem atratividade
Além de pouca opção no mercado, o apetite desses investidores por debêntures está exacerbado também devida à baixa remuneração oferecida, desde o ano passado, pelas letras financeiras dos bancos. Sem emprestar, essas instituições têm pouca necessidade de captação e, por isso, têm oferecido pequena remuneração aos investidores. Por exemplo, uma letra financeira de um grande banco, com prazo de oito anos, com cláusula de extinção, oferece remuneração de 109% do CDI. Há três anos, um título similar, com duração de seis anos, sem cláusula de extinção, ou seja, menos arriscada, oferecia remuneração em torno dos 112% do CDI.

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