Atuais acionistas entram com apetite em oferta da Lojas Americanas

Atuais acionistas entram com apetite em oferta da Lojas Americanas

Fernanda Guimarães

14 de julho de 2020 | 07h00

 

Uma das empresas com melhor desempenho em 2020 na bolsa – e com impulso em meio à pandemia – a Lojas Americanas tem forte demanda por investidores – e atuais acionistas – por sua oferta de ações – o follow on, que pode chegar na casa de R$ 7 bilhões. Entre os acionistas está o famoso 3G, que tem Jorge Paulo Lemann de sócio. Assim, a  oferta, que precifica amanhã, dia 14, terá metade do volume vendido aos atuais acionistas, na oferta prioritária, fazendo com que o restante do mercado dispute o restante das ações. Com 50% da oferta, assim, não indo a mercado, a demanda pelo restante está agora em cerca de quatro vezes.

Lé por cré. No momento alguns investidores estão analisando se vale a pena trocar a posição em sua controlada B2W pelas Lojas Americanas. Com os bilhões de reais que vão para o caixa da companhia, o foco, além da capitalização na B2W, está em investimentos na AME Digital e otimização da estrutura de capital. São coordenadores da oferta BTG Pactual, Bank of America, Itaú BBA, Bradesco BBI, Santander, Safra, Goldman Sachs e Morgan Stanley. Procurada, a Lojas Americanas não comentou.

Contato: colunabroadcast@estadao.com

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