Banco Fibra, de Steinbruch, dá passo para deixar Tiisa, da TCH

Banco Fibra, de Steinbruch, dá passo para deixar Tiisa, da TCH

Coluna do Broadcast

19 de janeiro de 2018 | 05h00

O Banco Fibra, da família Steinbruch, conseguiu dar o primeiro passo para deixar a Tiisa Infraestrutura e Investimentos, que atua em obras metroferroviárias e na qual possui uma participação de 12,5%. A instituição financeira alega abuso de poder de controle e má-fé da companhia, controlada pela Triunfo Holding de Construções (TCH), ao contratar um empréstimo e não remunerá-lo. A Justiça deu seguimento ao caso e determinou perícia para verificar se há ocorrência justa para a dissolução. Caso seja procedente, a Triunfo terá que pagar pela participação da instituição financeira. O Banco Fibra foi defendido pelo escritório Warde Advogados e a Tiisa, pelo escritório Pereira Neto Macedo.

Não é de hoje. O banco já havia entrado na Justiça pedindo auditoria externa na Tiisa para investigar supostos atos de corrupção e “outros atos ilícitos”, além de solicitar a adoção de um programa de integridade pela empresa. O Fibra ingressou no capital da Tiisa há quase três anos, ao assumir ações que antes eram detidas pela Iesa, a sócia original e devedora do banco. Procurada, a Tiisa diz que a Justiça não autorizou perícia, mas que nomeou um perito exclusivamente para verificar questões jurídicas, que “eventualmente permitiriam a dissolução parcial ilegitimamente pretendida pelo acionista minoritário”.

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