C6 dá primeiro passo e decide cobrar R$ 0,15 por Pix na maquininha

C6 dá primeiro passo e decide cobrar R$ 0,15 por Pix na maquininha

André Ítalo Rocha

13 de novembro de 2020 | 05h10

A chamada guerra das maquininhas ganhará um novo capítulo na segunda-feira, quando tem início o funcionamento do Pix e as empresas devem começar a divulgar as taxas que cobrarão para aceitar transações com o novo meio de pagamento. O C6 Bank, que tem as maquininhas da C6 Pay, decidiu dar o primeiro passo na disputa de preços. Depois de um período promocional de três meses, no qual não será cobrada nenhuma tarifa, cada transação terá um custo de R$ 0,15 ao varejista, independentemente do valor da venda e somente a partir do 101ª pagamento.

Preço único. O banco optou por uma tarifa fixa, em centavos, e não em porcentual, como costuma ocorrer para vendas com cartão de crédito ou débito, porque entende que será de mais fácil compreensão por parte do varejista.

Menos é menos. Contudo, em transações para valores baixos, de R$ 5, por exemplo, o custo para quem vende será maior do que receber um pagamento pelo cartão de débito. O C6, porém, diz que as vendas de valor maior representam a maioria das transações e, com isso, o varejista perceberá mais benefícios em usar o Pix. Além disso, mesmo quem faz mais pequenas transações verá vantagem, pois as 100 primeiras não têm custo.

Promoção. Para os varejistas que já usam a maquininha da C6 Pay, o período promocional sem tarifas começa segunda-feira e só valerá se a conta usada para receber as vendas for do C6 Bank. Aos novos clientes, serão três meses a partir da data da contratação.

PJxPF. O C6 Bank também definiu que os clientes pessoa jurídica que têm conta no banco não pagarão tarifa para fazer transferências por meio do Pix. Para pessoa física, é gratuito.

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