Cade vira fator de risco adicional em operações de fusões e aquisições

Coluna do Broadcast

01 Novembro 2016 | 05h00

Muitas negociações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) já estão embutindo a demora de análise no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) como fator de risco adicional ao negócio. O tempo de análise do ato de concentração da aquisição do HSBC pelo Bradesco, que consumiu boa parte do prazo legal, foi o responsável por acender o sinal amarelo. No entanto, isso parece não ter sido problema para o Itaú comprar as operações de varejo do Citi, no já concentrado setor bancário do Brasil.