PDG deve respeitar patrimônio de afetação no pedido de recuperação judicial

Coluna do Broadcast

22 de fevereiro de 2017 | 15h07

O pedido de recuperação judicial que a PDG Realty vai entregar hoje ainda à justiça irá respeitar as regras de patrimônio de afetação. Por essa regra, que faz parte da lei das incorporadoras, bens e obrigações de cada uma das Sociedades de Propósito Específico (SPEs), responsáveis pelos diferentes empreendimentos, são isolados para preservar a conclusão das obras e seus compromissos e evitar contaminação de problemas de uma unidade na outra. A PDG tem mais de 500 SPEs.

Briga
A questão sobre o patrimônio de afetação veio à tona com a Viver, o primeiro pedido de recuperação judicial feito por incorporadora de capital aberto, que consolidou todas as dívidas do grupo. O Banco Santander questionou o movimento, alertando ao descumprimento do patrimônio de afetação. Uma revisão foi então pedida pelo juiz do processo de recuperação judicial da Viver e as dívidas desmembradas. O plano de recuperação da Viver, protocolado no início de fevereiro, tem 17 propostas.

Siga a @colunadobroad no Twitter

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: